Flávio testa nome de Bia Kicis para vice e pede opinião
Brasília, Quarta, 24 de junho de 2026
Política

Flávio testa nome de Bia Kicis para vice e pede opinião de apoiadores

Deputada afirmou que pode disputar qualquer cargo indicado pelo senador em 2026

Flávio Bolsonaro citou Bia Kicis como possível vice e pediu a opinião de apoiadores. Deputada disse que pode atuar na posição que for definida.

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Por Mariana Albuquerque

Jornalista e pós-graduada em Direito Legislativo.

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, divulgou um vídeo ao lado da deputada federal Bia Kicis e pediu a opinião dos apoiadores sobre a possibilidade de ela integrar sua chapa como candidata a vice-presidente.

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Durante a gravação, Flávio lembrou que já havia informado que pretende escolher uma mulher para compor a chapa e citou o nome da parlamentar entre as possibilidades.

“Todo mundo quer saber quem vai ser minha vice. Quando eu falei que vai ser uma mulher, surgiram alguns nomes, inclusive o seu. Sei que você é uma pessoa que topa alguns desafios que está disposta a dar o seu melhor para o Brasil… não estou falando que ela vai ser a vice não, tá, gente? Mas quero que vocês comentem se seria uma boa escolha ou não”, declarou.

Bia Kicis respondeu afirmando que considera o senador preparado para disputar a Presidência e destacou sua atuação na área de segurança pública.

“A sua pauta principal de todas é a curar a dor do brasileiro com a insegurança pública. Você é a pessoa que vai fazer com que as organizações criminosas sejam tratadas como tais e que os bandidos fiquem na cadeia”, disse.

A deputada afirmou que atualmente é pré-candidata ao Senado pelo Distrito Federal, mas sinalizou disposição para mudar de projeto eleitoral.

“Você sabe que pode contar comigo na posição que você me colocar”, afirmou.

No mesmo vídeo, Flávio comentou sua nova viagem aos Estados Unidos para tratar de temas relacionados às tarifas anunciadas pelo governo de Donald Trump.

Segundo ele, a agenda também envolve discussões sobre o enquadramento de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.

“Pela segunda vez, estou indo para os Estados Unidos tentar defender os interesses do povo brasileiro, foi assim com a classificação dos integrantes do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas. Acho importante para fazer a asfixia financeira”, declarou.

O senador afirmou ainda ter conversado com Trump sobre os impactos das tarifas para empresas brasileiras.

“Falei com o Trump: as empresas já são as mais taxadas do mundo pelo governo Lula. Não faça isso, não”, contou.

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