A Petrobras atribui o tombo à desvalorização do real frente ao dólar e a ajustes contábeis extraordinários, que, segundo a empresa, não impactam diretamente o caixa. O diretor financeiro e de relacionamento com investidores da estatal, Fernando Melgarejo, afirmou que esses eventos estão ligados a operações internas entre empresas do próprio grupo, que criam efeitos opostos no balanço.
Segundo Melgarejo, essas transações envolvem despesas e receitas em real e em dólar, gerando um descompasso contábil em momentos de alta do câmbio.
O diretor ainda minimizou o impacto, alegando que o efeito é temporário e, ao final, ocorre um equilíbrio econômico.